Geopolítica das cadeias globais de suprimento: chokepoints marítimos e vulnerabilidades logísticas no comércio internacional

Gustavo Godoy Ribeiro da Silva
 Major do Exército Brasileiro. 
Aluno do 2º ano do Curso de Comando e Estado-Maior do Exército.

 

1. Introdução

A intensificação da globalização econômica nas últimas décadas ampliou significativamente o volume do comércio internacional e promoveu crescente interdependência entre as economias nacionais. Nesse cenário, as cadeias globais de suprimento passaram a desempenhar papel central na organização da produção e na circulação de mercadorias em escala mundial, integrando fluxos de bens, informações e recursos financeiros entre diferentes regiões do globo.

A gestão da cadeia de suprimentos consolidou-se como elemento estratégico para a competitividade organizacional, sendo responsável por coordenar atividades desde o fornecimento de insumos até a entrega ao consumidor final (Tanaka, 2025). Além disso, a fragmentação produtiva, característica da globalização, levou à dispersão geográfica das atividades industriais, fazendo com que diferentes etapas da produção fossem realizadas em múltiplos países, o que reforça a importância da logística como elo fundamental entre mercados e sistemas produtivos (Matsuyama; Chaves, 2025).

Sob a perspectiva da geografia dos transportes, o deslocamento de mercadorias configura-se como uma demanda derivada das atividades econômicas, sendo essencial para a efetivação das trocas comerciais e para o funcionamento dos mercados globais (Rodrigue, 2024). Nesse contexto, a infraestrutura logística, composta por portos, rotas marítimas e sistemas de transporte, constitui a base física que sustenta as cadeias globais de suprimento. Contudo, essa estrutura revela-se vulnerável às disrupções, uma vez que as crises geopolíticas, os conflitos internacionais e as restrições comerciais podem comprometer a continuidade dos fluxos logísticos, gerando aumento de custos, atrasos e escassez de produtos estratégicos (Gregate; Silva; Tozi, 2025).

Dentro dessa infraestrutura global, determinados pontos geográficos assumem relevância estratégica por concentrarem elevado volume de tráfego marítimo. Localizados em estreitos, canais e passagens naturais, esses pontos são conhecidos como chokepoints e representam gargalos críticos do sistema logístico internacional. Conforme destaca Peele (1997), o transporte marítimo responde por parcela significativa do comércio global, o que torna essas passagens essenciais para a fluidez das trocas econômicas. De forma complementar, Delgado (2020) observa que sua interrupção pode gerar impactos imediatos nos fluxos energéticos e comerciais, afetando preços e cadeias produtivas em escala global.

Além de sua relevância logística, os chokepoints refletem dinâmicas de poder no sistema internacional contemporâneo. As cadeias globais de suprimento não operam apenas sob lógica técnica, mas também sob influências políticas e estratégicas, sendo impactadas por disputas entre Estados e interesses econômicos (Alimahomed-Wilson; Ness, 2018). Nesse contexto, a recorrência de crises globais, como pandemias e conflitos regionais, evidencia a necessidade de fortalecimento da resiliência das cadeias de suprimento, entendida como a capacidade de antecipar, absorver e recuperar-se de disrupções, por meio de estratégias voltadas à redução de riscos e ao aumento da segurança operacional (Netto, 2025; Matsuyama; Chaves, 2025).

Diante desse cenário, o presente artigo tem como objetivo analisar como os chokepoints marítimos influenciam a segurança e a resiliência das cadeias globais de suprimento no comércio internacional contemporâneo. Busca-se compreender de que forma a concentração de fluxos logísticos em pontos estratégicos gera vulnerabilidades estruturais, especialmente em contextos de instabilidade geopolítica. Nesse sentido, a pesquisa orienta-se pela seguinte questão central: como a vulnerabilidade e o controle geopolítico dos chokepoints marítimos afetam o funcionamento das cadeias globais de suprimento e o fluxo do comércio internacional?

Para responder a essa questão, adota-se a abordagem qualitativa, baseada em revisão bibliográfica da literatura especializada em logística, transporte marítimo e geopolítica. O artigo está estruturado em três seções principais: inicialmente, apresentam-se os fundamentos das cadeias globais de suprimento; em seguida, analisam-se os impactos das crises geopolíticas sobre as redes logísticas; por fim, examinam-se os chokepoints marítimos e suas implicações para o comércio internacional.

 

2. Cadeias globais de suprimento e logística internacional

As cadeias globais de suprimento constituem a base operacional que sustenta a circulação de bens, insumos e informações no comércio internacional contemporâneo. Seu funcionamento depende da articulação coordenada entre fornecedores, produtores, operadores logísticos e mercados consumidores, distribuídos em diferentes escalas geográficas. Nesse contexto, a logística deixa de ser compreendida apenas como atividade de transporte ou armazenagem e passa a assumir função estratégica na coordenação dos fluxos que conectam produção, circulação e consumo. Assim, sua relevância não se limita à eficiência operacional, mas se estende à própria capacidade de integração entre mercados e sistemas produtivos em escala global, influenciando diretamente a competitividade e a continuidade das operações econômicas (Tanaka, 2025; Matsuyama; Chaves, 2025).

A consolidação desse modelo está diretamente associada à intensificação da globalização econômica e à fragmentação produtiva observada nas últimas décadas. A dispersão geográfica das atividades industriais permitiu que diferentes etapas da produção fossem distribuídas entre múltiplos países, conforme vantagens comparativas relacionadas aos custos, tecnologia e disponibilidade de recursos. Esse arranjo ampliou a eficiência produtiva, mas também elevou o grau de interdependência entre os diversos elos da cadeia. Como consequência, a fluidez logística passou a exercer papel central não apenas no deslocamento físico de mercadorias, mas na manutenção da continuidade produtiva em redes globais cada vez mais sensíveis às interrupções e às oscilações externas (Matsuyama; Chaves, 2025).

Essa interdependência evidencia que a eficiência das cadeias globais não decorre exclusivamente da capacidade produtiva dos agentes econômicos, mas da existência de uma infraestrutura logística capaz de sustentar fluxos contínuos e previsíveis entre regiões produtoras e mercados consumidores. Portos, corredores de transporte, centros de distribuição e sistemas de informação compõem a base material que permite a integração espacial dessas cadeias. Nessa perspectiva, o transporte não constitui atividade acessória, mas elemento estruturante da dinâmica econômica, pois viabiliza a circulação necessária ao funcionamento dos mercados e à coordenação das atividades produtivas em escala internacional (Rodrigue, 2024).

Entre os diferentes modais que compõem essa infraestrutura, o transporte marítimo ocupa posição central por concentrar a maior parte da circulação física de mercadorias no comércio internacional. Sua relevância decorre não apenas da elevada capacidade de carga, mas da eficiência econômica no transporte de grandes volumes a longas distâncias, característica que o torna indispensável para a sustentação das cadeias globais de suprimento. Mais do que um simples modal logístico, o transporte marítimo constitui a espinha dorsal do comércio internacional, conectando regiões industriais, mercados consumidores e zonas estratégicas de abastecimento. Por essa razão, a estabilidade das rotas marítimas e da infraestrutura portuária representa condição essencial para a previsibilidade logística, para a segurança do abastecimento e para o funcionamento regular da economia global (Peele, 1997).

 

3. Crises geopolíticas e vulnerabilidades logísticas

A crescente integração entre mercados e sistemas produtivos ampliou a eficiência das cadeias globais de suprimento, mas também elevou sua exposição aos fatores externos capazes de comprometer a continuidade dos fluxos logísticos. Em estruturas altamente interdependentes, a vulnerabilidade não decorre apenas de falhas operacionais ou limitações de infraestrutura, mas da sensibilidade sistêmica das cadeias a eventos políticos, econômicos e estratégicos que afetam simultaneamente múltiplos elos da rede. Nesse contexto, crises geopolíticas passaram a exercer influência direta sobre o funcionamento da logística internacional, tornando o ambiente global mais suscetível às interrupções, a atrasos e à elevação de custos operacionais (Gregate; Silva; Tozi, 2025).

Essa vulnerabilidade torna-se mais evidente quando se observa que a eficiência das cadeias globais depende da previsibilidade dos fluxos internacionais. Em condições de estabilidade, a coordenação logística opera com base em prazos, custos e rotas relativamente previsíveis. No entanto, crises diplomáticas, disputas estratégicas e conflitos regionais alteram esse equilíbrio ao introduzir incertezas regulatórias, restrições comerciais e riscos operacionais que afetam diretamente a circulação de mercadorias. Assim, a vulnerabilidade logística contemporânea não se limita à infraestrutura física do transporte, mas resulta da dependência de um ambiente internacional estável para assegurar a fluidez das cadeias de suprimento (Netto, 2025).

Entre os principais fatores de crise geopolítica, destacam-se as sanções econômicas, as restrições comerciais e os conflitos armados, que frequentemente produzem efeitos imediatos sobre a logística internacional. Essas medidas podem restringir mercados, interromper fluxos de abastecimento e elevar custos operacionais ao impor barreiras ao transporte, ao financiamento e à circulação de insumos estratégicos. Mais do que instrumentos de pressão política, tais mecanismos funcionam como vetores de reorganização logística, forçando empresas e Estados a reconfigurar fornecedores, rotas e estratégias de abastecimento. Como demonstram Gregate, Silva e Tozi (2025), crises dessa natureza afetam simultaneamente custos, previsibilidade e segurança operacional, ampliando a instabilidade das cadeias globais.

Além das restrições comerciais, eventos de grande escala também intensificam fragilidades já existentes nas cadeias globais de suprimento. A pandemia de COVID-19 evidenciou que sistemas logísticos altamente otimizados tendem a operar com baixa margem de absorção de choques, o que amplia sua exposição a disrupções sistêmicas. Congestionamentos portuários, escassez de contêineres, atrasos no transporte e desabastecimento de insumos demonstraram que a eficiência logística global frequentemente se apoia em estruturas operacionais pouco resilientes diante de crises prolongadas. Como observa Netto (2025), eventos dessa natureza expõem não apenas falhas conjunturais, mas também limitações estruturais da coordenação logística internacional.

Esse padrão de vulnerabilidade também se manifesta em conflitos regionais que afetam áreas estratégicas do comércio internacional. Tensões no Mar Vermelho, no Golfo Pérsico e em outras zonas críticas de circulação marítima evidenciam que a instabilidade política regional pode gerar efeitos logísticos de alcance global. Nessas circunstâncias, o impacto não se restringe ao espaço do conflito, mas se propaga por meio da elevação do frete, da ampliação do risco operacional e da necessidade de redirecionamento de fluxos comerciais. Como argumentam Alimahomed-Wilson e Ness (2018), cadeias globais altamente integradas tendem a amplificar localmente os efeitos de crises regionais, convertendo perturbações geopolíticas em disrupções logísticas sistêmicas.

Diante desse cenário, a vulnerabilidade logística contemporânea deve ser compreendida como resultado da interação entre infraestrutura física, dependência sistêmica e instabilidade geopolítica. A resiliência das cadeias globais de suprimento depende não apenas de capacidade operacional, mas também da aptidão de empresas e governos para antecipar riscos, diversificar fornecedores e reorganizar fluxos diante de choques externos. Nesse sentido, crises geopolíticas não constituem eventos periféricos ao comércio internacional, mas fatores estruturais que condicionam a segurança, a previsibilidade e a estabilidade da logística global.

Quadro 1 — Impactos geopolíticos nas cadeias de suprimento

Evento

Impacto logístico

Conflitos armados

Interrupção de fluxos logísticos

Sanções econômicas

Aumento de custos operacionais

Crises globais

Reorganização de cadeias e rotas

Fonte: elaborado pelo autor com base em Gregate; Silva; Tozi (2025), Netto (2025) e Alimahomed-Wilson; Ness (2018).

 

4. Chokepoints marítimos e impactos no comércio global

Os chokepoints marítimos correspondem a pontos geográficos estratégicos situados ao longo das principais rotas de transporte internacional, nos quais o fluxo de embarcações se concentra em passagens estreitas ou canais artificiais. Esses locais constituem gargalos estruturais do sistema logístico global, pois concentram fluxos essenciais à circulação de mercadorias e recursos energéticos. Sob a perspectiva da geografia dos transportes, representam restrições espaciais que condicionam o fluxo de cargas e a eficiência das cadeias globais de suprimento, tornando a continuidade dessas rotas condição essencial para a estabilidade do comércio internacional (Rodrigue, 2024).

Entre os principais chokepoints, destacam-se o Canal de Suez, o Estreito de Malaca, o Canal do Panamá, o Estreito de Ormuz e o Estreito de Bab el Mandeb - passagens que conectam grandes regiões econômicas e energéticas. Como ilustra a Figura 1, esses pontos concentram fluxos estratégicos do comércio marítimo global, evidenciando sua relevância logística e geopolítica. Em razão dessa centralidade, qualquer interrupção nessas rotas tende a produzir impactos imediatos sobre custos, prazos e previsibilidade dos fluxos internacionais (Peele, 1997; Delgado, 2020).

 

Figura 1 – Principais chokepoints marítimos globais

Fonte: EIA (2020), apud Delgado (2020).

 

A relevância desses pontos decorre da elevada concentração de fluxos marítimos em corredores específicos, nos quais restrições geográficas produzem alta densidade de tráfego e baixa margem de redundância operacional. Isso transforma os chokepoints em pontos críticos da infraestrutura logística global, particularmente sensíveis a choques externos. Episódios como o bloqueio do Canal de Suez, em 2021, e as tensões recentes no Mar Vermelho e no Golfo Pérsico evidenciam que interrupções localizadas podem gerar efeitos em cadeia sobre o sistema econômico internacional, afetando simultaneamente abastecimento, frete e segurança energética (Rodrigue, 2024; Delgado, 2020).

Mais do que gargalos logísticos, os chokepoints constituem espaços de disputa estratégica no sistema internacional. Sua relevância decorre não apenas da função operacional que exercem sobre o transporte marítimo, mas também da capacidade de projetar influência sobre fluxos comerciais e energéticos. Nesse sentido, as cadeias globais não operam sob uma lógica exclusivamente técnica, sendo condicionadas por fatores políticos, estratégicos e securitários que ampliam a importância geopolítica dessas passagens (Alimahomed-Wilson; Ness, 2018).

Essa centralidade pode ser compreendida à luz da teoria do poder marítimo de Mahan, segundo a qual o domínio das rotas marítimas constitui elemento essencial para a projeção de poder econômico e político. Assim, o controle, a influência ou a instabilidade nesses pontos afetam diretamente a segurança das cadeias globais de suprimento. Bloqueios, restrições ou tensões nessas passagens podem gerar atrasos logísticos, elevação dos custos de transporte e reconfiguração de fluxos comerciais, evidenciando que os chokepoints não representam apenas limitações geográficas do transporte marítimo, mas são elementos centrais da vulnerabilidade e da resiliência do comércio global (Peele, 1997; Netto, 2025).

 

5. Conclusão

A análise desenvolvida ao longo deste estudo demonstrou que as cadeias globais de suprimento constituem um dos principais pilares do funcionamento da economia internacional contemporânea, sendo estruturadas a partir de fluxos logísticos altamente integrados e interdependentes. A intensificação da globalização e a fragmentação produtiva ampliaram a dependência de sistemas de transporte eficientes, especialmente do modal marítimo, que se consolidou como elemento central na conexão entre centros produtivos e mercados consumidores. Nesse contexto, a estabilidade das rotas marítimas não representa apenas uma condição operacional, mas um fator determinante para a continuidade e para a previsibilidade das atividades econômicas em escala global.

Os resultados evidenciam que os chokepoints marítimos configuram pontos críticos dessa estrutura, pois concentram fluxos estratégicos de mercadorias e recursos energéticos em corredores logísticos com baixa margem de redundância. Essa característica transforma essas passagens em elementos sensíveis a choques externos, nos quais eventos localizados podem gerar impactos sistêmicos sobre o comércio internacional. Mais do que gargalos físicos, os chokepoints revelam a dependência estrutural das cadeias globais em relação a espaços geográficos específicos, nos quais fatores políticos, estratégicos e operacionais se sobrepõem. Dessa forma, crises geopolíticas, conflitos regionais e disrupções logísticas não apenas afetam o fluxo de mercadorias, mas também expõem fragilidades inerentes ao modelo de organização das cadeias globais de suprimento.

Diante desse cenário, conclui-se que a vulnerabilidade e o controle geopolítico dos chokepoints marítimos exercem influência direta sobre a segurança e a resiliência das cadeias globais de suprimento. A estabilidade dessas passagens constitui condição essencial para a fluidez do comércio internacional, enquanto sua instabilidade amplia riscos, eleva custos e exige adaptações constantes por parte de empresas e Estados. Assim, a interação entre geopolítica e logística não apenas condiciona o funcionamento das cadeias de suprimento, mas redefine padrões de risco, segurança e competitividade no sistema internacional contemporâneo. Em resposta à questão de pesquisa proposta, verifica-se que os chokepoints não são apenas pontos de passagem, mas sim estruturas estratégicas cuja vulnerabilidade e cujo controle influenciam diretamente a organização, a estabilidade e a resiliência do comércio global.

 

REFERÊNCIAS

 

ALIMAHOMED-WILSON, Jake; NESS, Immanuel (ed.). Chokepoints: logistics workers disrupting the global supply chain. London: Pluto Press, 2018. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/332444063_Choke_Points_Logistics_Workers_Disrupting_the_Global_Supply_Chain. Acesso em: 7 abr. 2026.

 

DELGADO, Fernanda. Fundamentos de petropolítica 3: conflitos e chokepoints: tensões, protecionismo e o vácuo de cooperação internacional. Rio de Janeiro: FGV Energia, 2020. Disponível em: https://fgvenergia.fgv.br/sites/fgvenergia.fgv.br/files/coluna_opiniao_especial_-_fundamentos_de_petropolitica_3_8_0.pdf. Acesso em: 7 abr. 2026.

 

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NETTO, Julia Avila Faria. Resiliência na cadeia de suprimentos: como empresas lidam com crises globais como pandemias e conflitos geopolíticos. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Administração) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/266351. Acesso em: 7 abr. 2026.

 

PEELE, Reynolds B. The importance of maritime chokepoints. Parameters, Carlisle, v. 27, n. 2, p. 61–74, 1997. DOI: https://doi.org/10.55540/0031-1723.1828. Disponível em: https://press.armywarcollege.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1828&context=parameters. Acesso em: 7 abr. 2026.

 

RODRIGUE, Jean-Paul. The geography of transport systems. 6. ed. Abingdon: Routledge, 2024. https://doi.org/10.4324/9781003343196.

 

TANAKA, Ricardo Aparecido. Gestão da cadeia de suprimentos: competitividade e desafios. Revista Tópicos, [S.l.], 2025. DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.17872997. Disponível em: https://revistatopicos.com.br/artigos/gestao-da-cadeia-de-suprimentos-competitividade-e-desafios. Acesso em: 7 abr. 2026.

 

 

 

Rio de Janeiro - RJ, 06 de agosto de 2026.


Como citar este documento:

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME). OBSERVATÓRIO MILITAR DA PRAIA VERMELHA (OMPV). Geopolítica das cadeias globais de suprimento: chokepoints marítimos e vulnerabilidades logísticas no comércio internacional. Rio de Janeiro, 2026. Disponível em: https://ompv.eceme.eb.mil.br/areas-tematicas/geopolitica-e-defesa/artigos/geopolitica-das-cadeias-globais-de-suprimento-chokepoints-maritimos-e-vulnerabilidades-logisticas-no-comercio-internacional.